<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>BarbaraLadeia.com</title>
	<atom:link href="http://www.barbaraladeia.com/site/?feed=rss2" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.barbaraladeia.com/site</link>
	<description>Notícias</description>
	<lastBuildDate>Fri, 04 Nov 2011 20:10:20 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
		<item>
		<title>Mercado ainda patina na análise de ações de tecnologia</title>
		<link>http://www.barbaraladeia.com/site/?p=702</link>
		<comments>http://www.barbaraladeia.com/site/?p=702#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 20:08:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>babiladeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações]]></category>
		<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil Econômico]]></category>
		<category><![CDATA[abertura de capital]]></category>
		<category><![CDATA[groupon]]></category>
		<category><![CDATA[IPO]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.barbaraladeia.com/site/?p=702</guid>
		<description><![CDATA[Os papéis do Groupon disparam 39% após o site de compras coletivas levantar US$ 700 milhões na maior oferta pública de empresas de tecnologia desde a abertura de capital do Google sete anos atrás.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>do <a href="http://www.brasileconomico.com.br/noticias/tendencia-global-de-corte-nos-juros-caminha-para-china_108916.html">Brasil Econômico</a></p>
<p>Os papéis do Groupon disparam 39% após o site de compras coletivas levantar US$ 700 milhões na maior oferta pública de empresas de tecnologia desde a abertura de capital do Google sete anos atrás.</p>
<p>A abertura de capital de companhias de novos setores da tecnologia ainda desperta dúvidas no investidor.</p>
<p>A precificação de papéis de novos nichos de negócios, como no caso do Groupon ou do recente LinkedIn &#8211; que abriu capital este ano &#8211; ainda é um mistério.</p>
<p>Para Rob Romero, gestor de carteira da Connective Capital, consultoria de investimentos de Palo Alto, no Vale do Silício, o mercado ainda não sabe ao certo como se comportar em ofertas públicas desse perfil de empresa.</p>
<p>&#8220;Eu não acho que o mercado já saiba exatamente como precificar esses papéis&#8221;, explicou em entrevista ao <strong>Brasil Econômico</strong>.</p>
<p>Prova disso é o desempenho expressivo dessas ações em suas ofertas públicas iniciais (IPO, na sigla em inglês), seguidas por forte volatilidade na bolsa.</p>
<p>Primeira rede social a oferecer ações na Bolsa de Nova York, o LinkedIn disparou 90% na sua estreia, em maio. Poucas semanas depois, em junho, já havia analistas discutindo a possibilidade de uma bolha alardeada pelos papéis da companhia. Recentemente, um prejuízo de US$ 1,6 milhão no terceiro trimestre provocou uma queda de 9% nos papéis.</p>
<p>No final de outubro, uma perda acentuada de assinantes revelada no balanço trimestral derrubou os papéis da Netflix &#8211; fornecedora de serviços de DVD &#8211; em mais de 36%. Em setembro, os papéis da empresa despencaram 50% com a separação da unidade de serviços de transmissão da que opera o envio de DVDs pelo correio.</p>
<p>&#8220;O mercado está começando a ficar atento diante dessas oscilações e no real valor de mercado dessas empresas&#8221;, avalia Romero.</p>
<p>O Groupon optou por vender apenas 5% das suas ações ao mercado: o pequeno número de papéis em circulação serve não só como um elemento de segurança, mas como de elevação do valor de mercado da empresa.</p>
<p>Romero lembra que como há muito interesse em papéis com grande potencial de crescimento, a empresa lança uma pequena oferta como forma de elevar o preço pela pressão da demanda.</p>
<p>&#8220;O LinkedIn também adotou essa política de limitar a parcela de ações em circulação.&#8221;</p>
<p><strong>Expectativa</strong></p>
<p>O desenvolvimento do Groupon em outros mercados torna a empresa ainda mais atrativa para o grande público na bolsa.</p>
<p>&#8220;É uma ajuda para os comerciantes regionais fazerem suas ofertas e darem um apoio à força de vendas&#8221;, lembra o executivo da Connective Capital.</p>
<p>Romero lembra que não pode ser descartada a condição econômica dos Estados Unidos, que não promete grandes aumentos no consumo nem na renda do cidadão.</p>
<p>&#8220;Não podemos perder isso de vista, mas o principal elemento nessa análise está no grande potencial de mercado dessas empresas, que trabalham com ofertas locais.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.barbaraladeia.com/site/?feed=rss2&#038;p=702</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tendência global de corte nos juros caminha para China</title>
		<link>http://www.barbaraladeia.com/site/?p=704</link>
		<comments>http://www.barbaraladeia.com/site/?p=704#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 23:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>babiladeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Europa "Grécia" "crise internacional"]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.barbaraladeia.com/site/?p=704</guid>
		<description><![CDATA[Embora a redução na taxa básica de juros europeia não vá trazer grande reforço para a economia local na luta contra a recessão, a receita de política monetária voltou à tona no combate à crise.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>do <a href="http://www.brasileconomico.com.br/noticias/tendencia-global-de-corte-nos-juros-caminha-para-china_108916.html">Brasil Econômico</a></p>
<p>Embora a redução na taxa básica de juros europeia não vá trazer grande reforço para a economia local na luta contra a recessão, a receita de política monetária voltou à tona no combate à crise.</p>
<p>A euforia nas bolsas após o corte nos juros promovido pelo Banco Central Europeu nesta quinta-feira (3/11) sinaliza o quanto essa medida era esperada pelos mercados.</p>
<p>No entanto, a medida deve trazer poucas mudanças para o cenário atual.</p>
<p>Em sua primeira reunião na liderança do Banco Central Europeu (BCE), o economista italiano Mario Draghi surpreendeu ao contrariar todas as expectativas de mercado reduzindo a taxa básica de juros em 25 pontos-base, para 1,25% ao ano.</p>
<p>Para David Fuller, estrategista global da Stockcube, casa de pesquisa britânica, a ousadia de Draghi não passou de obrigação, uma vez que a medida já deveria ter sido adotada há muito tempo.</p>
<p>&#8220;Não há muito mais o que evitar. O atraso da medida deverá reduzir os seus efeitos sobre a economia europeia&#8221;, afirmou ao <strong>Brasil Econômico</strong>.</p>
<p>Nesta semana, o Reserve Bank of Australia (banco central australiano, RBA) fez um corte de mesma magnitude em sua taxa básica, derrubando-a para 4,5%.</p>
<p>A decisão do país aponta que, mesmo entre os países que enfrentavam pressão de alta nos preços, a tendência é de redução dos juros.</p>
<p>Em dezembro e janeiro, o Banco da Tailândia iniciou uma trajetória de afrouxamento monetário, que resultou em uma redução na taxa de 1,75%, para 2%, o menor patamar em dois anos.</p>
<p>Em outubro, a Indonésia já aplicou uma redução de 0,25 ponto percentual, para 6,5%. &#8220;É uma tendência global&#8221;, lembra Fuller.</p>
<p>A pergunta subsequente é evidente: e a China? Para Fuller, o fim do aperto monetário chinês está próximo, o que indica que a casa oriental seja uma das próximas a cortar sua taxa básica.</p>
<p>&#8220;Acredito que a China já tenha terminado o seu ciclo de aperto monetário e agora deve trazer mais liquidez ao mercado&#8221;, antevê Fueller.</p>
<p>Posto que em 2008 a resposta chinesa à crise foi um &#8220;estímulo maciço&#8221; sobre a economia, a ideia é que esse movimento se repita.</p>
<p>&#8220;O que o Banco Central chinês deverá fazer é antecipar as decisões, antes que a economia se mostre enfraquecida. Isso é tudo que eles menos querem.&#8221;</p>
<p>A especulação imobiliária e a alta nos preços dos alimentos teriam sido o principal fator para manutenção da taxa em altos níveis. Motivos que, para Fuller, não fazem mais sentido no cenário econômico atual.</p>
<p>A última vez que o Banco Popular da China (central) mexeu na taxa básica de juro foi em julho, quando subiu a referência de 6,31% para 6,56% para conter a inflação.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.barbaraladeia.com/site/?feed=rss2&#038;p=704</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Bancos recomendam ações ligadas ao consumo interno</title>
		<link>http://www.barbaraladeia.com/site/?p=698</link>
		<comments>http://www.barbaraladeia.com/site/?p=698#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 22:14:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>babiladeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil Econômico]]></category>
		<category><![CDATA[Investimentos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.barbaraladeia.com/site/?p=698</guid>
		<description><![CDATA[Com cenário internacional instável, Bradesco Corretora, BTG Pactual e Bank of America apostam em empresas ligadas à economia doméstica em novembro e aumentam exposição no setor bancário.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>do <a href="http://www.brasileconomico.com.br/noticias/bancos-recomendam-acoes-ligadas-ao-consumo-interno_108866.html">Brasil Econômico</a></p>
<p><strong>Com cenário internacional instável, Bradesco Corretora, BTG Pactual e Bank of America apostam em empresas ligadas à economia doméstica em novembro e aumentam exposição no setor bancário.</strong></p>
<p>O anúncio de um plano para a Grécia tranquiliza, mas não isenta o mercado de novas preocupações vindas do Velho Continente.</p>
<p>O ambiente segue desafiador na opinião de Carlos Firetti e Dalton Gardimam, analistas da Bradesco Corretora.</p>
<p>&#8220;Ainda vemos risco de momentos adicionais de deterioração no cenário antes de uma recuperação mais firme&#8221;, avaliam.</p>
<p>A carteira sugerida pelo banco em outubro avançou 3%, contra uma valorização de 11,5% para o Ibovespa.</p>
<p>As principais perdas vieram dos papéis da Drogasil (-4%), do Fleury (-3,5%) e da BR Malls (-3,4%). As ações da Petrobras (11,6%), da Alpargatas (9,2%) e da Cielo (8,6%) destacaram-se positivamente.</p>
<p>Entre as expectativas da corretora, ênfase para Cyrela e Drogasil, empresas cujas ações têm potencial de valorização de 83,9% e 83,3%, respectivamente, em 2012.</p>
<p>O BTG Pactual aposta no setor bancário que, segundo os analistas, tem sido negociado a valores atrativos na bolsa de valores.</p>
<p>A instituição financeira ampliou sua exposição ao segmento, chegando a 10% de sua carteira em ações do Itaú Unibanco e 15% nos papéis do Bradesco.</p>
<p><strong>Commodities</strong></p>
<p>Por outro lado, a desaceleração da economia mundial força a saída de papéis ligados ao desempenho das commodities, segundo a equipe do Bank of America Merrill Lynch.</p>
<p>A opinião é compartilhada pelo BTG Pactual, que reduziu suas posições no setor a 15% da carteira, concentrados exclusivamente nos papéis da Vale.</p>
<p>O relatório do BTG, assinado por Carlos Sequeira, Bernardo Miranda e Antonio Junqueira, destaca que o mercado brasileiro está sobrevendido e tem reagido de forma exagerada aos indícios dos mercados.</p>
<p>&#8220;Entendemos que a venda dos papéis da Vale por receio de menores preços para o minério de ferro passou do ponto&#8221;, lembra o relatório.</p>
<p><strong>Europa</strong></p>
<p>O BTG Pactual lembra que a situação na Europa está longe de ser resolvida, o que alimenta mais a cautela.</p>
<p>&#8220;Estamos cautelosos com o mercado em geral e com o mercado brasileiro em particular&#8221;, sinaliza o documento.</p>
<p>&#8220;Na nossa opinião os mercados devem seguir voláteis enquanto os líderes europeus estiverem trabalhando na implementação das medidas anunciadas. Por isso decidimos manter nosso portfólio com baixo risco, focado em empresas expostas à economia local.&#8221;</p>
<p>Para os próximos 12 meses, o Bank of America espera que o Ibovespa esteja operando em torno dos 70 mil pontos, com base no avanço do setor doméstico, segundo o relatório assinado por Renato Onishi, Pedro Martins Jr. e Marina Valle.</p>
<p>&#8220;O Brasil segue sobrevendido, acreditamos em um potencial de alta de 20% nos próximos 12 meses.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.barbaraladeia.com/site/?feed=rss2&#038;p=698</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ibovespa desencanta e lidera ganhos no mês de outubro</title>
		<link>http://www.barbaraladeia.com/site/?p=689</link>
		<comments>http://www.barbaraladeia.com/site/?p=689#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 10:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>babiladeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bovespa]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil Econômico]]></category>
		<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Capitais]]></category>
		<category><![CDATA[dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Ibovespa]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[ouro]]></category>
		<category><![CDATA[renda fixa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.barbaraladeia.com/site/?p=689</guid>
		<description><![CDATA[Após amargar sucessivas baixas ao longo de 2011, o principal índice de ações do país alcançou valorização mensal de 11,49%.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>do <a href="http://www.brasileconomico.com.br/noticias/ibovespa-desencanta-e-lidera-ganhos-em-outubro_108812.html">Brasil Econômico</a></p>
<p><strong>Após amargar sucessivas baixas ao longo de 2011, o principal índice de ações do país alcançou valorização mensal de 11,49%.</strong></p>
<p>Foram poucas as vezes neste ano em que os investidores do mercado de ações puderam comemorar.</p>
<p>Queda das principais ações que compõem o Ibovespa, seguida por uma forte turbulência internacional, se traduziram em perdas profundas ao principal índice acionário nacional.</p>
<p>Primeiro, foi a vez das ações da Petrobras derrubarem o Ibovespa. Uma interpretação de ingerência política sobre a companhia levou os papéis abaixo.</p>
<p>As ações preferenciais da estatal caíram 9,77% em abril e mais 5,11% em maio. No ano, a queda acumulada é de 19,71%. No caso das ordinárias, a desvalorização chega a 22,59%.</p>
<p>A partir de maio, o dilema ficou em torno da Vale. A substituição de Roger Agnelli da presidência da mineradora com rumores de intervenções do governo na gestão da empresa trouxeram perdas ao papel.</p>
<p>Desde o começo do ano, foram apenas três meses de saldo positivo para as ações da mineradora. As preferenciais acumulam perdas de 9,94% no ano, enquanto as ordinárias perdem 15,91%.</p>
<p>Os Estados Unidos e a Europa cuidaram do restante do ano. A crise da elevação do teto da dívida americana e as idas e vindas em torno da dívida soberana dos países da periferia do euro chacoalharam o mercado mundial.</p>
<p>A ameaça de calote grego, que perdurou até a última semana, não deixou o investidor operar tranquilo. No ano, a desvalorização do principal índice acionário nacional ainda é de 15,82%.</p>
<p>No entanto, foi na última semana que as nuvens negras parecem ter saído de cima do mercado de capitais brasileiro. Após acumular alta de 7,71% nos cinco pregões entre segunda-feira (24/10) e sexta-feira (28/10), o Ibovespa alcança a posição de melhor investimento do mês de outubro, com valorização de 11,49%.</p>
<p>Essa alta do final do mês vem justamente da expectativa de dissolução da tragédia grega &#8211; ou pelo menos do surgimento de um novo horizonte para ela.</p>
<p>&#8220;Antes da semana passada o índice vinha com altas menos relevantes, já embasadas na possibilidade de uma reestruturação do fundo de resgate da Zona do Euro&#8221;, lembra Fernando Góes, analista do Rico, home broker da Octo Investimentos.</p>
<p>&#8220;O mercado vive mais de expectativas que de fatos propriamente.&#8221;</p>
<p>Daqui para frente, a proximidade com o final do ano somada a uma solução temporária ao quadro europeu deve trazer a bolsa para território positivo.</p>
<p>&#8220;Se não houver mais nenhuma deterioração no mercado externo, o cenário com o que trabalhamos é de melhora nos próximos meses.&#8221;</p>
<p>Para que o noticiário se acalme de uma vez por todas, Pedro Galdi, analista-chefe da SLW, entende que é fundamental que outros países passem a compor o fundo de reestruturação do velho continente, demanda já manifestada pelo Banco Central Europeu.</p>
<p>Galdi trabalha com um encerramento de 2011 em cerca de 65 mil pontos. São dois meses para agregarmos mais sete mil pontos ao principal índice acionário nacional. &#8220;A perspectiva é positiva.&#8221;</p>
<p><strong>Câmbio, ouro e fuga de riscos</strong></p>
<p>A moeda americana também trouxe seus solavancos ao longo deste ano. Depois da forte queda do dólar frente ao real &#8211; a qual, vale lembrar, tirou o sono de Banco Central e do Ministério da Fazenda -, as perdas foram revertidas. No acumulado do ano, já se registra um tímido ganho de 0,58%.</p>
<p>No entanto, em outubro a desvalorização foi de 8,95%, o que aponta para um patamar ainda superior em setembro.</p>
<p>&#8220;O fluxo cambial foi mais forte e significativo que a aversão ao risco diante da turbulência europeia&#8221;, lembra Ítalo Abucater dos Santos, gerente da mesa de câmbio da Icap Brasil.</p>
<p>Com o cenário externo deteriorado e o Brasil supostamente protegido contra a crise, a entrada de capital no país beirou o incontrolável.</p>
<p>Para Santos, essa desvalorização da moeda em outubro deve ser compensada, ao menos em parte no próximo mês. Com governo atuando diretamente na cena cambial e as mudanças patentes no contexto mundial, a tendência segue de valorização da moeda.</p>
<p>&#8220;Com esse fluxo positivo neste mês, acaba sobrando muita gordura para queimar&#8221;, reitera.</p>
<p>O ouro, que foi o investimento favorito do investidor durante boa parte do ano, também mostrou fragilidade no décimo mês do ano. A desvalorização foi de 4,49%.</p>
<p>No entanto, o clima de incerteza durante ao longo do ano ainda é imponente sobre a operação do metal. A valorização acumulada até setembro ainda é de 14,02%.</p>
<p>No mesmo sentido caminham os investimentos em renda fixa, que acumulam valorização de 10,44% em 2011. No mês, no entanto, o investimento não perdeu valor, chegando a alta de 1,02%.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.barbaraladeia.com/site/?feed=rss2&#038;p=689</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sem Grécia, Ibovespa pode continuar valorização</title>
		<link>http://www.barbaraladeia.com/site/?p=686</link>
		<comments>http://www.barbaraladeia.com/site/?p=686#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 10:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>babiladeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bovespa]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil Econômico]]></category>
		<category><![CDATA[Investimentos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.barbaraladeia.com/site/?p=686</guid>
		<description><![CDATA[do Brasil Econômico Com feriado na quarta-feira e redução do noticiário desfavorável vindo da Europa, principal índice acionário nacional deve entrar em compasso de espera. Gráficos mostram tendência de alta. Acumulando valorização de 13,74% no mês, o mercado se encaminha para um encerramento positivo do mês de outubro. Na semana, a alta acumulada no índice foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>do <a href="http://www.brasileconomico.com.br/noticias/sem-grecia-ibovespa-pode-continuar-valorizacao_108748.html">Brasil Econômico</a></p>
<p>Com feriado na quarta-feira e redução do noticiário desfavorável vindo da Europa, principal índice acionário nacional deve entrar em compasso de espera. Gráficos mostram tendência de alta.</p>
<p>Acumulando valorização de 13,74% no mês, o mercado se encaminha para um encerramento positivo do mês de outubro. Na semana, a alta acumulada no índice foi de 13,74% e, de acordo com os gráficos, a tendência é de mais ganhos nos próximos dias.</p>
<p>Quem traz a boa notícia é o analista técnico da XP Investimentos, Gilberto Coelho. A superação do suporte de curto prazo aos 58.750 pontos é um forte indicador a respeito da potência do Ibovespa para os próximos dias.</p>
<p>Com o suporte respeitado, o índice deve buscar os 62 mil ou os 63.800 pontos, apontados como próximos marcos de resistência.</p>
<p>Para Coelho não há motivos para expectativas baixas. &#8220;O volume tem sido forte na média e o índice de força relativa continua ascendente, o que é um bom indicador&#8221;, explica o analista. Trata-se de um dos osciladores que medem a força dos movimentos de alta ou baixa dos ativos.</p>
<p>Para o mês de novembro, o analista também não espera desvalorização. A mesma perspectiva se repete para dezembro, tradicional mês de alta no mercado nacional. &#8220;As perspectivas são de alta&#8221;, avalia.</p>
<p>No entanto, caso algo venha a interromper esse gráfico, a queda deve ser direta até os 55.200 pontos, último suporte deixado para trás antes desta sexta-feira.</p>
<p><strong>Expectativa política</strong></p>
<p>O sumiço da crise grega dos destaques do noticiário deve trazer dias de menor volume na bolsa, na análise de Maurício Pedrosa, sócio da Queluz, gestora de recursos. &#8220;O mercado deve continuar a digerir as notícias da última semana&#8221;, sinaliza.</p>
<p>Na agenda da semana, devem chamar a atenção dos investidores os números da China. Na sexta-feira, o relatório geral de emprego (payroll) nos Estados Unidos dá o tom aos negócios.</p>
<p>Pedrosa ressalta que agenda corporativa deve receber maior destaque na análise dos investidores.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.barbaraladeia.com/site/?feed=rss2&#038;p=686</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Otimismo chinês puxa ações de mineração e siderurgia</title>
		<link>http://www.barbaraladeia.com/site/?p=679</link>
		<comments>http://www.barbaraladeia.com/site/?p=679#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 16:58:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>babiladeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações]]></category>
		<category><![CDATA[Bovespa]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil Econômico]]></category>
		<category><![CDATA[ações]]></category>
		<category><![CDATA[mineração]]></category>
		<category><![CDATA[siderurgia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.barbaraladeia.com/site/?p=679</guid>
		<description><![CDATA[Alta das commodities e números otimistas da economia chinesa impulsionam cotações das principais ações do setor, que operam com forte valorização na bolsa brasileira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>do <a href="http://www.brasileconomico.com.br/noticias/otimismo-chines-puxa-acoes-de-mineracao-e-siderurgia_108470.html">Brasil Econômico Online</a></p>
<p><strong>Alta das commodities e números otimistas da economia chinesa impulsionam cotações das principais ações do setor, que operam com forte valorização na bolsa brasileira.</strong></p>
<p>Entre os destaques de alta desse começo de tarde estão as ações da Vale (VALE3), que valorizavam 4,46% nesta tarde, para R$ 42,28.</p>
<p>Todo esse otimismo se deve aos dados divulgados na China nesta manhã. O Índice Gerente de Compras (PMI, na sigla em inglês) trouxe o melhor desempenho visto neste ano.</p>
<p>O indicador subiu dos 49,9 pontos no mês passado para 51,1 pontos em outubro.</p>
<p>A expectativa de retomada do crescimento na potência oriental é motivo de otimismo para as mineradoras brasileiras, principais fornecedoras de matéria-prima para as siderúrgicas chinesas.</p>
<p>Com isso, a CSN (CSNA3), siderúrgica com larga exposição ao mercado de mineração, também acumula forte valorização de 5,20% no pregão, para R$ 14,78.</p>
<p><strong>Siderurgia</strong></p>
<p>No setor siderúrgico, as valorizações também chamam a atenção, embora não apareçam nas principais altas do Ibovespa.</p>
<p>As ações da Gerdau (GGBR4) se valorizam 3,27%, cotadas a R$ 14,20. As preferenciais da Usiminas (USIM5) também têm forte alta de 3,64%.</p>
<p>Leonardo Alves, analista da Link Investimentos, lembra que as perdas nos dois setores foram grandes neste ano, devido ao movimento em torno da aprovação do novo código mineral.</p>
<p>&#8220;Também colabora para a alta a recuperação dessas ações que já caíram muito.&#8221;</p>
<p>No ano, as ações da Gerdau ainda perdem 29,55%. As da Usiminas acumulam queda de 42,32%.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.barbaraladeia.com/site/?feed=rss2&#038;p=679</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Fim de ano traz boas perspectivas para o Ibovespa</title>
		<link>http://www.barbaraladeia.com/site/?p=682</link>
		<comments>http://www.barbaraladeia.com/site/?p=682#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 10:30:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>babiladeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bovespa]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil Econômico]]></category>
		<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Ibovespa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.barbaraladeia.com/site/?p=682</guid>
		<description><![CDATA[Principal índice acionário nacional encosta na resistência mas não crava reversão da tendência baixista. No entanto, final de ano se aproxima alimentando a possibilidades de alta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>do <a href="http://www.brasileconomico.com.br/noticias/fim-de-ano-traz-boas-perspectivas-para-o-ibovespa_108409.html">Brasil Economico Online</a></p>
<p>Principal índice acionário nacional encosta na resistência mas não crava reversão da tendência baixista. No entanto, final de ano se aproxima alimentando a possibilidades de alta.</p>
<p>Depois de uma semana em compasso de espera por novidades no cenário econômico europeu, o Ibovespa encerrou a sexta-feira (20/10) acumulando alta de 0,41% na semana.</p>
<p>Após muita insistência, no último pregão, o principal índice acionário nacional conseguiu finalmente ultrapassar a resistência dos 55 mil pontos, encerrando o dia aos 55.255.</p>
<p>O passo tímido para cima da resistência e falta de volume na operação não ajudaram em nada o índice, que não conseguiu formar figura reversiva para a próxima semana.</p>
<p>&#8220;O primeiro sinal é positivo, mas pouco consistente&#8221;, avalia Leandro Ruschel, analista técnico e sócio da Leandro&amp;Stormer. &#8220;Não houve uma mudança na tendência de baixa&#8221;</p>
<p>No entanto, as expectativas são positivas. O final do ano, tradicionalmente positivo para a bolsa, força um maior distanciamento entre o índice e a resistência dos 55 mil pontos.</p>
<p>Ruschel comenta que essa sazonalidade favorável já dura 17 anos. &#8220;Nos últimos 17 anos, o mês de dezembro foi positivo em 16 vezes&#8221;, explica o especialista. Trata-se de um padrão gráfico que tende a se repetir a partir de outubro.</p>
<p><strong>Agenda</strong></p>
<p>Na próxima semana, a maior expectativa fica em torno dos resultados da reunião de líderes da Zona do Euro, prevista para o final de semana.</p>
<p>Bruno Lembi, sócio da M2 Investimentos, afirma que o mercado não trabalha com a possibilidade de iniciar a semana sem novidades do Velho Continente. &#8220;O pior que pode acontecer é não ter um resultado dessa reunião&#8221;, avalia Lembi. &#8220;O mercado já conta com isso.&#8221;</p>
<p>A expectativa é de que haja um impasse entre França e Alemanha, no entanto, até segunda-feira, alguma mudança de estrutura no fundo de resgate da região deverá sair.</p>
<p>Por aqui, a Ata do Copom, com divulgação prevista para quinta-feira (27/10), deve trazer novidades e esclarecimentos sobre a condução da política monetária no país. Lembi ressalta que na penúltima reunião havia dissonância entre os membros do Comitê de Política Monetária, ao contrário do que foi divulgado na última quarta-feira (19/10).</p>
<p>&#8220;É preciso entender o que mudou de lá para cá&#8221;, avalia. Nesse mesmo sentido, a ata deve dar pistas de como será conduzida a trajetória da taxa básica de juros nos próximos encontros.</p>
<p><strong>Operação</strong></p>
<p>Ainda que o volume tenha se mantido um pouco abaixo da média, a BM&amp;FBovespa não trabalha com uma realidade de fuga de investidores em massa.</p>
<p>A volatilidade, no entanto, segue como marca registrada das operações enquanto durarem as incertezas. E não há escapatória. &#8221;Setor imune às oscilações não existe&#8221;, comenta Lembi.</p>
<p>As atenções em torno dos papéis de mineração devem se redobrar na próxima semana. A questão da definição do marco regulatório do setor tende a chacoalhar a condição dos principais ativos deste mercado. &#8220;É uma espada na cabeça da Vale.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.barbaraladeia.com/site/?feed=rss2&#038;p=682</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mudança no preço do minério derruba ações do setor</title>
		<link>http://www.barbaraladeia.com/site/?p=675</link>
		<comments>http://www.barbaraladeia.com/site/?p=675#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 17:50:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>babiladeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil Econômico]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Capitais]]></category>
		<category><![CDATA[ações]]></category>
		<category><![CDATA[mineração]]></category>
		<category><![CDATA[siderurgia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.barbaraladeia.com/site/?p=675</guid>
		<description><![CDATA[Anúncio de queda no preço do minério enfraquece mineradoras e siderúrgicas, que pesam sobre o principal índice acionário nacional.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>do <a href="http://www.brasileconomico.com.br/noticias/mudanca-no-preco-do-minerio-derruba-acoes-do-setor_108173.html">Brasil Econômico</a></p>
<p><strong>Anúncio de queda no preço do minério enfraquece mineradoras e siderúrgicas, que pesam sobre o principal índice acionário nacional.</strong></p>
<p>Até o refúgio das siderúrgicas está com os dias contados. A possível mudança no cálculo dos preços do minério de ferro anunciada na imprensa nacional e internacional neste final de semana está abalando os mercados nesta segunda-feira (17/10).</p>
<p>Segundo uma fonte do mercado que pediu para não ser identificada, a brasileira Vale resolveu flexibilizar uma cláusula contratual que impedia que variações de até 5% nos preços do minério no mercado à vista (spot), para baixo ou para cima, fossem repassadas para o preço acertado em contratos trimestrais.</p>
<p>Em condições normais, contratos trimestrais são baseados na média de preços à vista em um período de três meses até um mês antes do começo de cada trimestre. O preço no quarto trimestre poderia ficar estável, considerando a cláusula, mas sem ela os valores poderiam cair.</p>
<p>Na China, comenta-se que brasileira Vale também estaria oferecendo a seus clientes a possibilidade de mudar a precificação do quarto trimestre. Isso faria com que os preços pudessem refletir mais rapidamente a queda no mercado à vista, praticamente descartando o sistema de ajustes trimestrais instalado há pouco tempo.</p>
<p>Já na sexta-feira (14/10) os rumores de que a empresa estaria oferecendo descontos rondaram mesas de operações e provocaram fortes oscilações no ativo, que só não fechou com desvalorização graças ao otimismo dos mercados. A tímida alta foi de 0,55%.</p>
<p>&#8220;Essa notícia somada à perspectiva de piora no cenário econômico chinês certamente estão prejudicando os papéis do setor&#8221;, afirma Leonardo Alves, analista da Link Investimentos, se referindo aos dados econômicos que o país deve divulgar na madrugada desta terça-feira (18/10). &#8220;Esses números podem apontar uma redução dos investimentos, o que dificultaria ainda mais o mercado para as mineradoras.&#8221;</p>
<p>A possibilidade de mudanças desfavoráveis na Medida Provisória 540, que previa a desoneração de empresas exportadoras, por sua vez não são elemento primordial na pauta do dia. &#8220;Imagina-se que as empresas terão algum poder para brigar pela formatação ideal da medida&#8221;, sinaliza Alves.</p>
<p>Às 15h15 ações da Vale caiam 3,71% para R$ 38,66 enquanto os papéis da CSN perdiam 4,33% para R$ 14,15. As ações da MMX perdiam 2,91% para R$ 7,01.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.barbaraladeia.com/site/?feed=rss2&#038;p=675</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Empresas terão mais trabalho antes da investigação antidumping</title>
		<link>http://www.barbaraladeia.com/site/?p=673</link>
		<comments>http://www.barbaraladeia.com/site/?p=673#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 10:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>babiladeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil Econômico]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[antidumping]]></category>
		<category><![CDATA[comércio internacional]]></category>
		<category><![CDATA[defesa comercial]]></category>
		<category><![CDATA[dumping]]></category>
		<category><![CDATA[importações]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.barbaraladeia.com/site/?p=673</guid>
		<description><![CDATA[Ainda que acelere a aplicação de direitos antidumping, nova portaria do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior deve criar mais dificuldades para empresas na hora de solicitação de investigação]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>do Brasil Econômico</p>
<p><strong>Ainda que acelere a aplicação de direitos antidumping, nova portaria do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior deve criar mais dificuldades para empresas na hora de solicitação de investigação</strong></p>
<p>Com objetivo de sobretaxar produtos importados vendidos por preços muito inferiores aos nacionais, as leis antidumping serão cumpridas com mais eficiência, segundo a promessa do Mdic.</p>
<p>Com a nova portaria anunciada na última quinta-feira (13/10) pelo Ministério, empresas que trabalham com comércio internacional terão de mudar seus procedimentos.</p>
<p>A principal mudança fica na solicitação da investigação.</p>
<p>Atualmente, embora sejam pedidas uma série de informações que não são de fundamental relevância no decorrer do processo, o solicitante não é obrigado a comprovar os danos ao mercado nacional de forma clara.</p>
<p>Essas informações só são demandadas após a abertura do processo que chega a levar um ano e meio para a sua conclusão.</p>
<p>A partir do ano que vem, com a nova portaria, o solicitante será obrigado a comprovar os danos à indústria nacional antes do início do processo.</p>
<p>&#8220;A coleta e apresentação de dados &#8211; que terão de ser aprovados &#8211; sobre a existência de um prejuízo às empresas brasileiras dá mais transparência aos processos abertos&#8221;, explica a advogada especialista em direito comercial, Adriana Dantas.</p>
<p>&#8220;Isso dá maior respaldo para o debate e aplicação dos direitos antidumping.&#8221;</p>
<p>Neste sentido, a ideia é que demore menos tempo até que as decisões sejam tomadas, mesmo que para a abertura dos processos de investigação o período seja mais longo. A partir de 2012, as investigações deverão ocorrer em apenas cinco meses, no entanto, deverá demorar cerca de 120 dias para que os processos sejam iniciados.</p>
<p>Para Adriana, essa movimentação do governo é prova da busca por eficiência, uma vez que este ano foi marcado pela invasão dos produtos internacionais na economia nacional.</p>
<p>&#8220;Parece-me que essa é mais uma tentativa de melhor posicionar a indústria brasileira frente ao mercado internacional&#8221;, explica.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.barbaraladeia.com/site/?feed=rss2&#038;p=673</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Com esperanças, Ibovespa chega ao &#8220;fundo de outubro&#8221;</title>
		<link>http://www.barbaraladeia.com/site/?p=671</link>
		<comments>http://www.barbaraladeia.com/site/?p=671#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 16 Oct 2011 22:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>babiladeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bovespa]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil Econômico]]></category>
		<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[BM&F Bovespa]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[Ibovespa]]></category>
		<category><![CDATA[mercados]]></category>
		<category><![CDATA[perspectivas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.barbaraladeia.com/site/?p=671</guid>
		<description><![CDATA[Principal índice de ações do país forma figura clássica da análise técnica, trazendo sinais de reversão da tendência de baixa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>do <a href="http://www.brasileconomico.com.br/noticias/com-esperancas-ibovespa-chega-ao-fundo-de-outubro_108131.html">Brasil Econômico</a></p>
<p><strong>Principal índice de ações do país forma figura clássica da análise técnica, trazendo sinais de reversão da tendência de baixa.</strong></p>
<p>Desde 1970, tem sido assim. Quando o Ibovespa passa o ano em clara tendência de baixa &#8211; assim como em 2011 -, em outubro os resultados trimestrais oferecem um novo fôlego, revertendo a baixa do índice até o final do ano.</p>
<p>Desta vez, não vai ser diferente, segundo o especialista em análise técnica e sócio da Top Traders, Wagner Caetano.</p>
<p>&#8220;Estamos no tradicional &#8216;fundo de outubro&#8217;, agora a tendência é de alta&#8221;, avalia. &#8220;A oportunidade é de compra.&#8221;</p>
<p>Na leitura de Caetano, o índice paulista encerrou a sexta-feira (14/10) formando uma figura reversiva, que indica investidores com bastante apetite pela compra.</p>
<p>A movimentação para o vencimento dos contratos de opções sobre ações já na próxima segunda-feira (17/10) também devem favorecer o índice em volume.</p>
<p>&#8220;É um momento bastante propício para o mercado virar&#8221;, ressalta Caetano.</p>
<p>O Ibovespa terminou o último pregão da semana aos 55.030 pontos, acumulando alta de 7,39% na semana. No ano, as perdas chegam a 20,60%.</p>
<p><strong>Expectativas à frente</strong></p>
<p>Sob o aspecto da análise fundamentalista, a próxima semana deverá funcionar a depender do resultado da reunião do G20, iniciada na sexta-feira em Paris.</p>
<p>&#8220;A expectativa é de que alguma posição relevante saia do encontro&#8221;, comenta Rafael Dornaus, operador de bolsa da Hencorp Commcor Corretora.</p>
<p>Ainda lá fora, o Federal Reserve deverá divulgar o Livro Bege, que sempre deixa os mercados em estado de alerta. A publicação dos dados está prevista para quarta-feira (19/10).</p>
<p>No mesmo dia, o mercado aguarda o resultado da reunião do Comitê de Política Monetária nacional, com a nova taxa básica de juros nacional.</p>
<p>A maior parte dos analistas espera a repetição de um corte de 0,5 ponto porcentual na Selic. No entanto, há apostas de redução de 0,75 ponto percentual.</p>
<p>&#8220;Houve comentários durante a semana de que poderíamos ter um corte maior de que 0,5&#8243;, lembra Dornaus.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.barbaraladeia.com/site/?feed=rss2&#038;p=671</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

